Demo Day | Viagens em grupo pela Europa com a Producto Propio
Demo Day | Viagens em grupo pela Europa com a Producto Propio
Para uma agência de viagens brasileira, montar um roteiro internacional esbarra quase sempre no mesmo ponto: encontrar um parceiro de confiança no destino. Afinal, como oferecer viagens em grupo pela Europa sob medida, com qualidade garantida e sem se preocupar com o pagamento ao fornecedor lá fora? No último Blimboo Demo Day, buscamos essa resposta. Para isso, recebemos a Producto Propio, uma DMC sediada na Espanha. Assim, mostramos na prática como estruturar grupos pela Europa — e agora também pela China.
Quem é a Producto Propio?
Alicante, ao lado do diretor José Manuel. Em resumo, é uma DMC (Destination Management Company) com quase 30 anos de experiência na Europa. Além disso, atua há quase 20 anos na América Latina e retoma agora uma presença mais forte no Brasil.
O foco da empresa é claro: trabalhar exclusivamente com grupos, geralmente a partir de 14 a 15 pessoas. Para sustentar esse modelo, ela faz a gestão completa da viagem. Ou seja, cuida de tudo desde a chegada ao aeroporto até a despedida — guias acompanhantes, hospedagem, alimentação, contratação de serviços e ingressos para museus e atrações.
Os diferenciais apresentados no Demo Day
Durante o episódio, a equipe detalhou o que torna a Producto Propio uma extensão de confiança para a agência brasileira:
- Contratação direta de serviços e guias, sem intermediários. Como resultado, o orçamento fica mais competitivo para o cliente final
- Assistência 24 horas feita pela própria equipe interna. Portanto, não há call center: o suporte é rápido e direto
- Guias que falam português, com treinamento e um padrão mínimo de qualidade garantido
- Roteiros ajustados ao orçamento de cada grupo, sem pacotes engessados
Além disso, a empresa é especializada em linhas de roteiro variadas. Entre elas estão o turismo religioso (como o Caminho de Santiago), as viagens temáticas (a exemplo de locações de Harry Potter e Outlander), os eventos esportivos, as viagens de incentivo, as rotas enogastronômicas e o slow travel.
A novidade: viagens em grupo pela China
A Producto Propio levou seu modelo de DMC para a China. Assim, mantém o mesmo padrão de qualidade e a contratação direta com fornecedores locais. A diferença está no formato. Nesse destino, a operação foca em grupos menores, de até 18 pessoas. Além disso, oferece saídas garantidas — datas específicas nas quais diferentes viajantes podem formar um grupo.
Como a Blimboo entra: pagar a DMC em euros na prática
Rafael Sola, diretor comercial da Blimboo, explicou o papel da plataforma. Em primeiro lugar, a Blimboo é uma solução de pagamentos multimoeda focada no turismo. Além disso, resolve a coleta com câmbio correto, via Pix, boleto e cartão. Também cuida da proteção cambial e dos pagamentos entre países.
No Demo Day, apresentamos a nova aba de fornecedores. Com ela, a Producto Propio já entra pré-cadastrada e com conta verificada. Dessa forma, a agência paga sem montar remessa do zero, sem inserir dados bancários e sem taxas inesperadas. Como o pagamento usa métodos locais — IBAN instantâneo na Europa, ACH nos Estados Unidos, entre outros —, o valor chega correto ao fornecedor. Assim, o risco de erro cai e a operação flui.
Como resumiu a participante Daly Córdova, Daly´s Tour Viagens Turismo e Eventos, num setor em que a confiança é tudo, trabalhar com parceiros sólidos é o que protege o sonho dos passageiros.
Por fim, saber como funciona na prática, assista à gravação completa do nosso Demo Day com a Africando e entenda em detalhes como estruturar essas vendas na sua agência:
Próximos Demo Days
O Blimboo Demo Day acontece toda quarta-feira, às 9h30 (horário de Brasília). Além disso, cada edição traz um convidado diferente. Portanto, fique de olho na agenda e participe ao vivo. Ou assista aos episódios na nossa playlist do YouTube.
Quer ampliar o portfólio da sua agência com viagens em grupo pela Europa? Então descubra como vender esses roteiros e pagar a DMC em euros com segurança. Para começar, conheça a Blimboo. Preencha o formulário abaixo:
Como operadoras de turismo podem pagar fornecedores internacionais com menos taxas
Como operadoras de turismo podem pagar fornecedores internacionais com menos taxas
Operadoras e agências de turismo que trabalham com destinos internacionais precisam lidar com um desafio comum: pagar fornecedores no exterior com eficiência e previsibilidade de custos.
Tendo em vista que hotéis, receptivos, parques, DMCs e empresas de transporte frequentemente estão localizados fora do Brasil, o que exige remessas internacionais para concluir reservas e operações. Entretanto, o problema é que muitas empresas ainda utilizam apenas o sistema bancário tradicional — que costuma trazer taxas elevadas, burocracia e pouca previsibilidade cambial.
Por que pagamentos internacionais podem ser caros para operadoras de turismo?
Porque empresas brasileiras utilizam transferências internacionais via sistema bancário tradicional, que opera por meio da rede da SWIFT. Ou seja, nesse modelo, a transferência passa por bancos intermediários até chegar ao destino final. Isso pode gerar: taxas de envio elevadas, spread cambial significativo, cobranças intermediárias inesperadas e prazos de liquidação de até vários dias úteis
Para agências e operadoras de turismo, isso pode impactar diretamente a margem de lucro dos pacotes internacionais.
O que diz a legislação brasileira sobre remessas internacionais
Realizar pagamentos ao exterior é uma prática legal para empresas brasileiras, desde que a operação esteja vinculada a uma atividade econômica legítima.
O mercado de câmbio no Brasil é regulamentado pelo Banco Central do Brasil e segue as diretrizes do marco regulatório estabelecido pela Lei nº 14.286/2021.
Essa legislação modernizou as regras cambiais e facilitou operações internacionais para empresas.
Pagar fornecedores internacionais em reais: case Tourhub
Como pagar fornecedores internacionais em reais: o case Tourhub e Blimboo
Para uma agência de viagens brasileira, vender no exterior esbarra quase sempre no mesmo ponto: a operação financeira. Afinal, como pagar fornecedores internacionais em reais sem remessas complexas, câmbio imprevisível e burocracia? No último Blimboo Demo Day, buscamos essa resposta. Para isso, recebemos a Tourhub, uma empresa de representação 360º. Assim, mostramos na prática como agências, operadoras e fornecedores do mundo todo se conectam.
Quem é a Tourhub: representação 360º
A Tourhub foi apresentada por Celso Bellegarde e Luis Borges. Em resumo, ela é uma empresa de representação 360º. Ou seja, ajuda fornecedores internacionais a entrar no mercado brasileiro. Além disso, faz o caminho inverso e leva produtos nacionais ao exterior. Para sustentar esse trabalho, a empresa mantém um ecossistema completo. Nele estão vendas, marketing, relações públicas, eventos, feiras, tecnologia e dados.
O tamanho da oportunidade impressiona. Todos os anos, o Brasil envia mais de 11 milhões de passageiros ao exterior. Em contrapartida, recebe cerca de 7 milhões de estrangeiros. Portanto, ainda sobra muito espaço para crescer nesse mercado.
A Tourhub organiza o trabalho em dois eixos:
- No Eixo 1, posiciona fornecedores internacionais para o mercado brasileiro. Assim, DMCs e hotéis chegam às agências e às operadoras nacionais.
- Já no Eixo 2, o caminho é o contrário. Nesse caso, receptivos e atrativos nacionais são levados ao mercado internacional. Como resultado, o fornecedor estrangeiro passa a ter um único ponto de contato no Brasil. Além disso, a distribuição ganha capilaridade, porque o produto chega tanto às operadoras quanto às agências.
O desafio financeiro: pagar fornecedores no exterior
Antes, fechar com um fornecedor estrangeiro era trabalhoso. A agência precisava lidar com remessas, dados bancários de fora e taxas pouco claras. Agora, a parceria muda esse cenário. Com a estrutura da Tourhub somada à Blimboo, o fornecedor internacional recebe em reais no Brasil. Para isso, usa-se o CNPJ da representação. Dessa forma, surgem recursos como parcelamento, cobrança de juros por atraso e respaldo jurídico local.
Como a Blimboo entra: pagar fornecedores internacionais em reais na prática
Rafael Sola, diretor comercial da Blimboo, explicou o papel da empresa. Em primeiro lugar, a Blimboo é uma plataforma de pagamentos focada no turismo. Além disso, resolve a coleta com câmbio correto, via Pix, boleto e cartão. Também cuida da proteção cambial e dos pagamentos entre países. Na integração com a Tourhub, a agência consegue pagar fornecedores internacionais em reais diretamente. Ou seja, ninguém precisa montar uma remessa do zero. Como os fornecedores já entram pré-cadastrados, também não é preciso inserir dados bancários. Assim, o risco de erro cai e o pagamento flui.
Imersão em Orlando: capacitação que gera autoridade
Luis Borges apresentou a imersão em Orlando. Em essência, é um programa de capacitação in loco. Seu objetivo é claro: dar autoridade ao agente e ajudá-lo a vender experiência, não apenas preço. Ao todo, são 11 noites no destino, durante a Black Friday. Durante a viagem, o grupo faz visitas técnicas a parques, hotéis e residências. Além disso, vive momentos como jogos da NBA. Também aprende a usar ferramentas essenciais, como o aplicativo My Disney Experience. Por fim, cada participante recebe um certificado internacional. Ele é assinado por Visit Orlando, Calua e Tourhub. Ainda, usuários da Blimboo contam com descontos e facilidades de pagamento.
Próximos Demo Days
O Blimboo Demo Day acontece toda quarta-feira, às 9h30 (horário de Brasília). Além disso, cada edição traz um convidado diferente. Em seguida, teremos um DMC da Espanha. Depois, será a vez do time da Turquia. Portanto, fique de olho na agenda e participe ao vivo. Ou assista aos episódios na nossa playlist do YouTube.
Quer simplificar a operação da sua agência? Então descubra como pagar fornecedores internacionais em reais com segurança. Para começar, conheça a Blimboo. Preencha o formulário abaixo:
Demo Day com a TBM Dream Travel: pagamentos internacionais rumo à Disney
Demo Day TBM Dream Travel: pagamentos internacionais com a proteção cambial rumo à Disney
Vender destinos no exterior exige resolver um desafio central. É preciso fazer pagamentos internacionais com a proteção cambial adequada, para que a variação do dólar não corroa a margem da agência. Por isso, no segundo episódio do Blimboo Demo Day, recebemos Rayara Barcellos, fundadora da TBM Dream Travel. Ela comanda uma operadora especializada no mercado B2B, com forte atuação em Orlando e nos parques da Disney e Universal. Além disso, a empresa atende destinos na Europa e na Ásia. Foi uma conversa prática sobre como vender experiências completas nos Estados Unidos com total segurança financeira.
Quem é a TBM Dream Travel
A empresa nasceu para preencher uma lacuna no mercado. Seu foco é o atendimento boutique e voltado para grupos, com profundidade de destino que vai muito além do básico. Além disso, a operadora atua exclusivamente no B2B e tem como sócia a Phoenix Bus. O parceiro tem mais de 18 anos de mercado e certificação GSA para trabalhar junto ao governo americano. Como reforço de segurança, conta ainda com um seguro de US$ 5 milhões.
O DNA da empresa é o atendimento a grupos. Entre os perfis atendidos estão os escolares, religiosos, de dança, corporativos e de adolescentes. Ainda assim, a operação também atende demandas individuais (FIT/VIP) para agências e operadoras parceiras.
Os diferenciais apresentados no Demo Day
Durante o episódio, Rayara detalhou o que torna a TBM uma verdadeira extensão do destino para a agência brasileira:
- Operação completa em Orlando, da recepção no aeroporto à entrega das chaves do hotel, com imersão nos parques e suporte constante via WhatsApp
- Conhecimento especializado em destinos como Tóquio e Paris, sempre com equipes locais
- Produtos rentáveis e exclusivos, como o Grad Bash da Universal e experiências educacionais na NASA
- Tarifas netas com descontos progressivos, ou seja, quanto maior o volume de serviços combinados, maior o benefício para a agência parceira
Como a Blimboo garante pagamentos internacionais com a proteção cambial
Rayara foi direta sobre o motivo da escolha da Blimboo. Visto que a TBM Dream Travel buscava tranquilidade jurídica, agilidade e transparência nas operações financeiras. Afinal, a gestão das taxas de câmbio é uma preocupação constante para as agências brasileiras. Por isso, a plataforma resolve esse ponto ao viabilizar pagamentos internacionais com a proteção cambial embutida em cada transação.
Entre os recursos que estruturam a operação, destacam-se:
🔹 Métodos de pagamento locais — Pix, boleto e cartão de crédito parcelado para o cliente brasileiro, enquanto a Blimboo cuida da remessa internacional
🔹 Velocidade na emissão de tickets — a plataforma usa métodos locais como ACH e Fed Wire. Assim, o pagamento é mais rápido que via Swift e reduz o risco de variação de preços dos ingressos
🔹 Links de pagamento inteligentes — com contratos e políticas de cancelamento embutidas. Além disso, a agência aplica seu markup e define as formas de pagamento do consumidor final
🔹 Proteção Cambial Automática — a agência informa o valor exato em dólar que o fornecedor precisa receber. Dessa forma, a plataforma garante que o montante chegue integralmente ao exterior
🔹 Contas verificadas — a TBM Dream Travel já possui conta verificada na Blimboo. Portanto, as agências pagam sem novos cadastros, sem taxas inesperadas e com total segurança
Por que isso importa
Câmbio é um risco silencioso. Ao realizar pagamentos internacionais com a proteção cambial automática, a agência elimina a exposição à variação do dólar. Assim, ela foca no que faz de melhor: entregar experiências de alto valor ao cliente final. Então dê o próximo passo e abra sua conta gratuita na Blimboo. comece a realizar pagamentos internacionais com a proteção cambial já na primeira operação.
Preencha o formulário abaixo e comece a realizar pagamentos internacionais com a proteção cambial já na primeira operação. Assim, você garante segurança jurídica, agilidade nas transações e a tranquilidade de que o valor chega integralmente ao fornecedor no exterior.
🗓️ O Blimboo Demo Day acontece toda quarta-feira às 9h30. A cada semana, um convidado diferente mostra como funciona a operação na prática.
Case Africando: como agências brasileiras estão vendendo destinos africanos com segurança cambial
Case Africando: como agências de turismo brasileiras estão vendendo destinos africanos com segurança cambial
Agências de turismo brasileiras estão vendendo destinos africanos, roteiros de aventura e experiências em safáris na África de forma mais simples, graças à parceria entre a Africando e a Blimboo. A Africando, DMC especializada em destinos africanos com guias em português, e a Blimboo. Neste case, você vai entender como funciona essa operação na prática e por que ela representa uma oportunidade real para agências que querem diversificar seu portfólio.
Um mercado cheio de potencial, mas com barreiras reais
A África sempre foi um destino de sonho para viajantes brasileiros. Mas historicamente, operar esses roteiros era complicado para agências nacionais: transferências bancárias internacionais, câmbio imprevisível, barreiras de idioma e dificuldade de encontrar parceiros que entendessem o perfil do turista brasileiro.
Foi para resolver exatamente esse problema que a Africando foi criada.
Quem é a Africando?
A Africando é uma DMC (Destination Management Company) especializada em destinos africanos, com base operacional na África do Sul e presença em Uganda. Fundada por um profissional com longa trajetória como guia de safaris — e uma paixão declarada pelo continente africano —, a empresa nasceu após o impacto da pandemia de COVID-19 com um propósito claro: atender o mercado de língua portuguesa com excelência.
A operação cobre países como Uganda, Ruanda, Tanzânia, Quênia, África do Sul, Namíbia, Botsuana, Zâmbia, Zimbábue, São Tomé e Príncipe, Madagascar e Socotra — com guias que falam português, um diferencial competitivo fundamental para o público brasileiro, português e moçambicano.
Como receber de clientes brasileiros?
Antes da parceria com a Blimboo, o processo de pagamento era um gargalo. Pois as agências brasileiras precisavam realizar transferências bancárias internacionais em moeda estrangeira. E isto tornava o processo burocrático, caro e pouco familiar para a maioria dos clientes.
Com a integração à plataforma da Blimboo, esse fluxo mudou completamente. Visto que o processo ficou mais simples e eficiente:
- A agência acessa o portfólio de viagens predefinidas da Africando diretamente pelo site
- Ao fechar uma reserva, a Africando oferece 15% de comissão para as agências parceiras
- O pagamento é feito com um sinal de 30% do valor total, com os 70% restantes quitados até 45 dias antes do início da viagem
- As agências brasileiras utilizam a Blimboo para processar os pagamentos via boleto, Pix ou cartão de crédito com parcelamento, em reais
- A Blimboo realiza a conversão cambial e o repasse para Portugal, de onde os valores chegam à Africando
Para viagens em grupos abertos ou roteiros privados, o processo segue o mesmo fluxo. Entretanto, roteiros totalmente personalizados podem incluir uma taxa de consultoria.
Ao fechar cada reserva, a Africando também fornece um material de apoio com fotos e vídeos, facilitando a divulgação pelos parceiros.
Nova atualização da Blimboo: proteção cambial automática
Durante o Demo Day, Rafael Sola, da Blimboo, apresentou uma funcionalidade nova da plataforma que chamou atenção dos participantes: a proteção cambial automática em links de pagamento de múltiplas moedas.
O problema que ela resolve é real: em janelas de pagamento de 90 dias. Uma vez que dados analisados pela Blimboo mostram que o câmbio variou mais de 5% em 25% dos casos. Logo, para uma agência que trabalha com margens apertadas, essa oscilação pode transformar um negócio lucrativo em prejuízo.
Com a proteção cambial, ao receber valores em reais de clientes brasileiros, a plataforma pode realizar uma compra imediata de dólares ou euros, eliminando a exposição cambial do parceiro. Assim, a comissão fica protegida desde o momento do fechamento.
Tentar negociar hospedagem e traslado separadamente, sem o apoio de uma DMC e de uma ferramenta de pagamento integrada, pode gerar perdas consideráveis com taxas bancárias e oscilações cambiais fragmentadas.
Pedro Quirino representante Africando
Um modelo de operação mais simples, seguro e rentável
A parceria entre Africando e Blimboo mostra como é possível conectar agências de turismo brasileiras a destinos africanos com eficiência operacional e segurança financeira. O que antes exigia transferências bancárias complexas e exposição ao câmbio hoje se resume a um link de pagamento em reais. Além de possibilitar a rentabilidade da agência protegida do primeiro ao último dia.
Para agências que querem diversificar seu portfólio vendendo destinos africanos e oferecer uma experiência diferenciada aos seus clientes, essa é uma porta de entrada concreta.
Por fim, saber como funciona na prática, assista à gravação completa do nosso Demo Day com a Africando e entenda em detalhes como estruturar essas vendas na sua agência:
Ou entre em contato com a equipe da Blimboo para conhecer a plataforma, para isto preencha o formulário abaixo:
Lembrando que a Demo Day da Blimboo acontecerá toda quarta-feira, das 9h30 às 10h. Acompanhe os próximos encontros e fique por dentro das melhores oportunidades do mercado.
3 formas práticas de proteger sua margem cambial no turismo antes do embarque
3 formas de proteger sua margem cambial no turismo antes do embarque
Proteger a margem cambial no turismo não é uma questão de prever para onde o dólar vai. É uma questão de não depender dessa previsão para manter a rentabilidade da sua operação.
Nos artigos anteriores: “Exposição cambial: o que é e como proteger sua margem” e “Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor”, mostramos como a exposição cambial corrói a margem silenciosamente. Além de calcularmos o impacto real para uma operadora brasileira e um DMC internacional.
Neste artigo, saímos do diagnóstico e entramos na prática: três formas concretas de proteger sua margem antes do embarque, do mais simples ao mais estruturado.
Por que “antes do embarque” é o momento certo?
O erro mais comum no turismo é tentar proteger o câmbio no momento do pagamento ao fornecedor — quando já é tarde. Nesse ponto, o câmbio já se moveu, o custo já subiu e a margem já foi consumida.
A proteção cambial eficaz acontece no momento da venda. Assim, o preço ainda pode ser calibrado, o custo travado e a operação pode ser estruturada para absorver a variação sem prejudicar o resultado.
Forma 1 — Precificação com banda de proteção cambial
Em vez de precificar utilizando o câmbio exato do dia, a agência pode adicionar uma margem de segurança cambial ao preço de venda. Dessa forma, cria uma banda de proteção capaz de absorver variações moderadas da moeda sem comprometer sua competitividade.
Ou seja, se o câmbio está em R$ 5,00 e faltam 90 dias para o embarque, os dados históricos indicam que, em 59% dos casos, a cotação sobe mais de 5% nesse período. Por isso, ao precificar com um câmbio de R$ 5,25 — equivalente a uma banda de proteção de 5% — a empresa já se resguarda contra o cenário historicamente mais provável.
Muitas operadoras que ainda não utilizam instrumentos de proteção cambial adotam essa estratégia como uma solução simples e imediata. Embora não elimine completamente o risco, essa abordagem reduz a exposição às oscilações do câmbio, além de ajuda a preservar a rentabilidade das vendas.
Entretanto é necessário atenção, pois se o câmbio subir mais do que a banda, como aconteceu em 2020 (+47%) e 2024 (+26%), a proteção não é suficiente.
Forma 2 — Antecipação do pagamento ao fornecedor
Em vez de você pagar o fornecedor internacional na data do embarque, você antecipa o pagamento assim que a venda é fechada.
Por exemplo, ao vender o pacote em janeiro com câmbio R$ 5,00. Você paga o valor do fornecedor no mesmo mês, e não no mês de abril. Assim, com o câmbio está travado, independente do que acontecer nos próximos 90 dias, você estará protegido.
Embora, isto pode funcionar bem para operadoras com liquidez disponível ou acesso a antecipação de recebíveis. Mas exige que o fornecedor aceite pagamento antecipado, uma prática comum em contratos de longo prazo com hotéis e DMCs parceiros.
Porém, isto pode comprometer o capital de giro antes do recebimento das parcelas do cliente. E, consequentemente, pode gerar pressão de caixa se o volume de vendas for alto.
Forma 3 — Proteção via stablecoin no momento da venda
No momento em que você fecha a venda, converta o valor equivalente ao custo do fornecedor para stablecoin (USDC ou EURC) — moedas digitais indexadas ao dólar ou ao euro. Ou seja, mantêm o valor independente da variação do câmbio BRL.
Na prática, funciona assim: você vende um pacote em janeiro com câmbio R$ 5,00 e custo do fornecedor de USD 2.100. Imediatamente após a venda, você converte R$ 10.395 para USDC. Assim, em abril, quando o embarque acontece, você usa o USDC para liquidar o fornecedor — ao câmbio de janeiro, não ao câmbio de abril.
Deste modo, se o dólar subiu para R$ 5,75 nesse intervalo, você economizou R$ 1.575 por pacote. Com 100 pacotes, você preservou R$ 157.500 de margem — sem mudar nada na operação.
Esse é o modelo mais recomendado para operadoras que querem proteção total sem complexidade. Pois, você opera de forma totalmente digital, com spread fixo de 0,4% (Blimboo) e liquidação em D+1
Comparativo das três formas
| Forma 1 Banda de preço | Forma 2 Antecipação | Forma 3 Stablecoin | |
|---|---|---|---|
| Proteção oferecida | Parcial | Total | Total |
| Impacto no capital de giro | Nenhum | Alto | Baixo |
| Complexidade | Baixa | Média | Baixa |
| Custo | Nenhum | Custo de capital | Spread de 0,4% |
| Melhor para | Início imediato | Operadoras com liquidez | Todos os públicos, sobretudo, operadoras com volume |
Na Blimboo, tudo acontece em uma única plataforma.
Basta seguir os três passos abaixo:
1. Abertura de conta: você mesmo abre sua conta para vendas na Blimboo, ou nossa equipe faz isso junto com você.
2. Envio de documentação e KYC/AML: após enviar a documentação específica e concluir o processo de KYC/AML, sua conta já está ativa e pronta para operar.
3. Operações via stablecoin: deste modo, você converte, protege e liquida fornecedores internacionais direto da plataforma.
O custo de não se proteger é mensurável.
O custo de protegê-la também.
A diferença é simples: quem se protege escolhe quanto pagar.
Quem não se protege descobre o preço depois.
Proteger a margem cambial no turismo não exige ser especialista em finanças. Entretanto exige reconhecer que o câmbio é uma variável do negócio — e que existem formas simples e acessíveis de gerenciá-la.
A Blimboo foi cria para isto. Assim, você opera com previsibilidade e protege sua margem no momento da venda. Preencha o formulário e fale com um especialista para descobrir como tornar sua operação mais prática e lucrativa.
Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor
Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor
O impacto cambial no turismo raramente aparece como uma linha de custo clara no fechamento do mês. Em vez disso, ele se esconde no resultado final — como uma margem que não fecha, uma venda que parecia lucrativa e não foi, ou um trimestre abaixo do planejado sem causa óbvia.
Para tornar esse risco concreto e mensurável, apresentaremos dois cenários reais em paralelo: uma operadora brasileira que vende pacotes internacionais parcelados em BRL, e um DMC internacional que recebe de clientes brasileiros. Em ambos os casos, o câmbio se move durante o ciclo da operação e o impacto é calculado em números precisos.
Os dois perfis e o problema em comum
Apesar dos contextos diferentes, operadoras brasileiras e DMCs internacionais enfrentam o mesmo problema estrutural: um descasamento de moeda entre o momento da venda e o momento do pagamento ou recebimento.
| Operadora Brasileira | DMC Internacional | |
|---|---|---|
| Recebe em | BRL (parcelado) | BRL (parcelado) |
| Paga / converte em | USD ou EUR | USD ou EUR |
| Quando o câmbio sobe | Custo do fornecedor aumenta | Valor convertido cai |
| Quem absorve a diferença | A margem da operadora | A margem do DMC |
| Solução | Travar câmbio na venda | Receber BRL, liquidar em moeda forte em D+1 |
A direção do risco é inversa, a operadora perde quando o dólar sobe, o DMC perde quando o real cai, mas o mecanismo é idêntico.
A operação de cada perfil
Antes de analisar o impacto, é importante entender as condições de partida de cada cenário.
| Parâmetro | Operadora Brasileira | DMC Internacional |
|---|---|---|
| Produto | 100 pacotes internacionais (Europa) | 20 grupos de clientes brasileiros |
| Custo / valor por unidade | USD 3.500 por pacote | EUR 4.000 por grupo |
| Câmbio de referência na venda | R$ 5,00 (USD/BRL) | R$ 5,50 (EUR/BRL) |
| Valor cobrado em BRL | R$ 8.750 por pacote | R$ 22.000 por grupo |
| Forma de recebimento | Parcelado pelo cliente | Parcelado pelo cliente |
| Prazo até pagamento / conversão | 7 meses | 6 meses |
| Margem / receita planejada | R$ 175.000 (20%) | EUR 80.000 |
| Câmbio no pagamento | R$ 5,75 (+15%) | R$ 6,16 (+12%) |
| Margem realizada | –R$ 87.500 (prejuízo) | EUR 71.429 (–10,7%) |
A operadora planejou R$ 175.000 de margem e realizou prejuízo de R$ 87.500. O DMC esperava EUR 80.000 e recebeu EUR 71.429 — perdeu EUR 8.571 sem que nada na operação tenha mudado.
E por que isso não aparece nos relatórios?
O prejuízo não chega rotulado como “perda cambial”. Pois, para a operadora brasileira, ele aparece como “custo de fornecedor acima do orçado”. E para o DMC, como “receita abaixo do previsto na conversão”. Em ambos os casos, a causa real — o câmbio — fica invisível até que a margem já tenha ido embora.
Para o DMC, o desafio é ainda mais complexo: por um lado, ele precisa aceitar BRL para competir no mercado brasileiro — o consumidor espera parcelamento em moeda local. Por outro, todos os seus custos operacionais estão em moeda estrangeira, normalmente em Euro ou Dólar. Sendo assim, cada real que recebe é uma aposta no câmbio futuro. Entretanto, para estruturar esse recebimento em BRL sem a Blimboo, ele precisaria abrir uma entidade jurídica no Brasil — o que representa custo, burocracia e tempo.
O que é possível fazer
A proteção cambial para esses dois perfis existe e é mais simples do que parece. Na Blimboo, o processo de abertura de conta é rápido e digital, sem a burocracia dos instrumentos financeiros tradicionais como NDFs ou TARFs.
Para a operadora brasileira: travar o câmbio no momento da venda, convertendo o valor do custo do fornecedor para stablecoin (USDC/EURC) imediatamente. Quando o embarque chega e o pagamento é necessário, o valor já está protegido — independente de onde o dólar estiver.
Para o DMC internacional: aceitar pagamentos em BRL via checkout white label (PIX, boleto, cartão parcelado em até 12x) sem abrir CNPJ no Brasil, com liquidação em USD ou EUR em D+1. O risco cambial fica do lado da infraestrutura — não da operação do DMC.
Por fim, o câmbio não é um risco abstrato. Embora sejam operações distintas, o mecanismo é o mesmo: tempo entre venda e pagamento, câmbio se movendo nesse intervalo, margem absorvendo a diferença. Mas a pergunta não é se isso vai acontecer com a sua operação. É quando, e se você vai estar protegido quando acontece.
A Blimboo é a infraestrutura financeira cambial para o turismo, uma vez que atendemos tanto operadoras brasileiras quanto DMCs e fornecedores internacionais que vendem para o mercado brasileiro. Quer saber mais? Preencha o formulário abaixo:
Exposição cambial: o que é e como proteger sua margem
Você precifica em reais, mas uma parte dos seus custos está em dólar. Esse desalinhamento silencioso tem nome — e pode estar destruindo sua rentabilidade sem que os relatórios mensais deixem claro o porquê.
Blimboo é destaque em inovação no turismo
Blimboo é destaque em reportagem ao apresentar inovação em pagamentos no turismo com uso de moedas digitais e expansão global.
3 práticas fiscais para agências de viagens em 2026
3 práticas fiscais para agências de viagens em 2026
O cenário fiscal brasileiro está cada vez mais digital. Ainda, com o avanço dos sistemas de monitoramento e o aumento do cruzamento de dados pela Receita Federal do Brasil, empresas precisam manter suas operações financeiras e contábeis mais organizadas do que nunca. Por isso, investir em práticas fiscais para agências de viagens é fundamental para manter a conformidade e reduzir riscos fiscais.
Para as agências de viagens, a rotina envolve diversas operações financeiras. Visto que essas empresas lidam diariamente com intermediação de serviços turísticos, pagamentos internacionais e repasses a fornecedores. Também administram comissões e diferentes formas de recebimento.
Nesse contexto, adotar boas práticas fiscais é essencial. Uma vez que ajudam a evitar inconsistências, garantir segurança jurídica e manter uma gestão financeira mais organizada.
A seguir, destacamos três práticas fiscais para agências de viagens operem com mais tranquilidade em 2026.
1. Garanta a rastreabilidade das operações financeiras
A rastreabilidade financeira consiste em manter registros claros sobre a origem e o destino de cada valor movimentado pela empresa. Sobretudo, no setor de turismo, pois muitas operações envolvem intermediação entre clientes e fornecedores, além de repasses e comissões.
Alguns documentos que devem ser organizados incluem:
- comprovantes de pagamento
- contratos com fornecedores
- registros de vendas
- relatórios financeiros
Assim ao manter essa documentação organizada facilita a comprovação das operações caso haja algum questionamento fiscal.
2. Emita notas fiscais corretamente
A emissão correta de notas fiscais é um dos pontos mais importantes para evitar problemas tributários. Pois, dependendo do modelo de negócio da agência, a nota fiscal deve refletir corretamente:
- o valor da comissão recebida
- o serviço intermediado
- a natureza da receita
Caso ocorra erros na emissão podem gerar inconsistências entre o faturamento declarado e as movimentações financeiras da empresa.
Além disso, as informações fiscais são integradas ao Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), que permite o cruzamento automático de dados pelo fisco.
3. Formalize aportes financeiros dos sócios
Algumas agências de viagens, sócios acabam utilizando recursos pessoais, como por exemplo o cartão de crédito, para cobrir despesas da empresa. Entretanto, quando isso acontece, é importante formalizar esses valores por meio de instrumentos legais, como contratos de mútuo.
Essa formalização evita que o valor seja interpretado como receita da empresa em um eventual processo de fiscalização.
Organização financeira também é gestão de pagamentos
Diante desse novo cenário de fiscalização digital, muitas empresas do turismo têm buscado ferramentas que ajudem a organizar seus fluxos financeiros. Por essa razão, a Blimboo foi criada: uma plataforma de pagamentos multimoeda voltada ao setor de turismo, que permite que agências gerem links de pagamento, além de cobrar clientes em diferentes moedas e acompanhar seus recebimentos de forma centralizada, facilitando assim a gestão financeira das operações.
Por isso, em um setor que envolve diferentes formas de pagamento, fornecedores internacionais e grande volume de transações, manter processos organizados é fundamental para garantir mais segurança e eficiência na gestão do negócio.
Se a sua agência busca mais controle e simplicidade na gestão de pagamentos, vale conhecer as soluções da Blimboo. Entre em contato com nossa equipe e descubra como a plataforma pode ajudar sua empresa a centralizar cobranças, operar com múltiplas moedas e tornar seus processos financeiros mais eficientes.




