Como a exposição cambial derrubou grandes empresas brasileiras? E o que isso revela sobre o futuro do turismo?
Como a exposição cambial derrubou grandes empresas brasileiras? E o que isso revela sobre o futuro do turismo?
Se tem algo que o mercado brasileiro nos ensinou nas últimas décadas é que não existe negócio internacional seguro sem estratégia cambial.
Uma vez que empresas gigantes, reconhecidas e líderes de mercado desapareceram, pois não se prepararam para a volatilidade do dólar.
Atualmente, com o câmbio em níveis elevados, margens cada vez mais apertadas e um consumidor mais sensível a preço, desta forma entender e gerenciar a exposição cambial deixou de ser uma vantagem competitiva para se tornar a diferença entre crescer ou quebrar.
Assim, para mostrar isso na prática, reunimos alguns dos maiores casos de empresas brasileiras diretamente impactadas pelo câmbio. De acordo com os exemplos, fica claro o que acontece quando o planejamento financeiro não acompanha a realidade internacional.
Essas histórias deixam um alerta muito claro:
Empresas de aviação sofrem impacto direto, despesas dolarizadas e receita em real criam um descompasso perigoso. Logo, operadoras de turismo sofrem impacto indireto, com a queda de demanda, margens comprimidas e riscos em vendas parceladas. Desta forma, empresas que recebem em real, mas pagam fornecedores em dólar, ficam expostas a perdas imediatas.
| Empresa | Situação (Ano) | Motivo Cambial | Impacto | Resumo |
|---|---|---|---|---|
| Varig | Falência em (2006) | Dívidas em dólar (leasing, combustível, financiamentos), enquanto a receita era em reais. | Desvalorização do real fez a dívida explodir. | Falta de hedge e contratos desalinhados com receita. |
| Nascimento Turismo | Recuperação judicial em (2015) | 65% das vendas no exterior sem proteção cambial. | Crise operacional, fechamento de unidades e busca de reestruturação. | Caso de operador que enfrentou desequilíbrio cambial e queda de demanda internacional. |
| BRA Transportes Aéreos | Falência em (2007) | Leasing em dólar sem proteção. | Crescimento do dólar + problemas internos inviabilizaram a operação. | Exposição cambial fragilizou o modelo low-cost. |
| MGM Operadora | Suspenção de atividades (2020) | Modelo típico do turismo internacional: receita em real e custos em dólar. Embora, o câmbio não foi citado como causa formal, mas agravou a crise de liquidez em cenário de queda de vendas e restrição de crédito. | Suspensão das operações, impacto em agências e passageiros e posterior desdobramento jurídico. | Exemplo de como a exposição cambial estrutural amplia riscos em momentos de choque de demanda e escassez de crédito, mesmo sem ser a causa declarada. |
Mas, hoje existem soluções de proteção e recebimento internacional muito mais acessíveis do que na época dessas empresas.
A fim de resolver os desafios financeiros que levaram muitas empresas do turismo à crise. a Blimboo foi criada. com tecnologia moderna e processos simplificados, ela ajuda negócios a operarem com mais segurança em um mercado cada vez mais sensível ao câmbio.
- Links de pagamentos multimoeda,
- Wallet para proteção cambial automática,
- Pagamentos e recebimentos internacionais instantâneos.
Nesse sentido, a Blimboo não é apenas uma plataforma; trata-se de uma verdadeira parceira na operação financeira, oferecendo suporte dedicado, treinamentos e acompanhamento contínuo.
Por isso, se você quer entender como reduzir o risco cambial e melhorar suas margens, preencha o formulário e descubra como a Blimboo pode ajudar sua empresa.
Envio internacional sem complicação: como as stablecoins estão transformando as remessas das agências de viagens
Envio internacional sem complicação: como as stablecoins estão transformando as remessas das agências de viagens
Algumas agências ainda enfrentam desafios ao enviar valores para fornecedores no exterior. As etapas costumam ser longas, os custos são elevados e, em alguns casos, a variação cambial durante o processo acaba reduzindo a margem de lucro das operações.
Entretanto, com as stablecoins, esse cenário muda. As transferências internacionais tornam-se mais rápidas, acessíveis e previsíveis. Para o setor de turismo, isso representa:
- Redução nas taxas de envio e recebimento;
- Liquidação quase instantânea das remessas;
- Eliminação de intermediários bancários;
- Maior previsibilidade sobre o valor final transferido.
O resultado é uma operação mais eficiente, competitiva e lucrativa — especialmente para agências que realizam pagamentos frequentes no exterior.
Na Blimboo, acreditamos que a inovação financeira é essencial para o crescimento sustentável das agências. Por isso, acompanhamos de perto a evolução das stablecoins e outras soluções que simplificam e aceleram as remessas internacionais.
Hoje, já oferecemos ferramentas que antecipam essa transformação — com pagamentos multimoeda, automação de remessas e total segurança fiscal em cada etapa.
O futuro das remessas internacionais está mais próximo do que nunca. E a Blimboo está pronta para ajudar sua agência a chegar lá primeiro. Descubra como simplificar suas operações internacionais com a Blimboo.
Novas regras do Banco Central: o que muda para as stablecoins — e como a Blimboo se prepara
Novas regras do Banco Central: o que muda para as stablecoins e como a Blimboo se prepara
O que são Stablecoins?
Stablecoins acompanham ativos reais, como o dólar. Dessa forma, tornam transferências internacionais mais ágeis, seguras e acessíveis.
O Banco Central publicou a Resolução nº 521, que trata as transações com stablecoins como operações de câmbio tradicionais. Na prática, isso significa um avanço regulatório importante para o mercado de moedas digitais lastreadas, como as stablecoins. Mas também abre caminho para possíveis novas tributações.
Uma das consequências mais debatidas é a possibilidade de incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas stablecoins. Especialistas consultados pelo Money Times afirmam que a regra cria a condição legal para essa cobrança, mas não implica a tributação imediata. Ou seja, o imposto só seria aplicado caso o Ministério da Fazenda regulamentasse oficialmente essa incidência.
Embora haja essa “margem” regulatória para a cobrança do IOF, a mudança tem caráter “eminentemente regulatório”, segundo advogados, e não implica automaticamente uma tributação imediata. Para empresas que utilizam stablecoins como ferramenta de proteção cambial ou como alternativa rápida para pagamentos internacionais, o novo cenário exige atenção. Pois o Brasil avança na construção de um marco mais rígido e detalhado para operações com criptoativos.
Ou seja, as novas regras reforçam a importância da conformidade em operações internacionais. Além de evidenciarem que o mercado de câmbio — mesmo em suas versões digitais — seguirá sob forte supervisão regulatória.
O que a Blimboo pode oferercer?
A Blimboo destaca que, independentemente de mudanças tributárias, empresas do setor precisam ter clareza sobre custos, riscos e exposição cambial. Por isso, já oferece soluções que ajudam agências e operadoras a reduzir a volatilidade e preservar margens, como:
- Dolarização de recebíveis;
- Travamento do câmbio no momento da venda;
- Remessa internacionais seguras e em conformidade com a regulamentação.
Deste modo, com o aumento da supervisão do Banco Central sobre ativos digitais, práticas seguras e em conformidade com a legislação tornam-se ainda mais essenciais. Pois, elas preservam a saúde financeira das operações no turismo.
A Blimboo seguirá acompanhando a evolução regulatória. Assim, poderá orientar seus parceiros e oferecer as melhores alternativas no cenário cambial, tradicional ou digital.
Quer saber mais sobre stablecoins?
Para entender mais sobre os impactos da Stablecoins no turismo, acesse a notícia completa no blog da Blimboo: “O que são Stablecoins e por que elas importam para o turismo”.
Por fim, se você quer entender como essas mudanças podem impactar sua operação financeira e descobrir como a Blimboo pode ajudar sua agência ou operadora a se adaptar, fale com o nosso time.


