Demo Day Paximum: consolidadora hoteleira global e pagamento internacional com a Blimboo
Demo Day Paximum: consolidadora hoteleira global e pagamento internacional com a Blimboo
Nesta quarta-feira, o Blimboo Demo Day recebeu a Paximum. O encontro mostrou, ao vivo, como ampliar o portfólio de hotelaria internacional. Além disso, revelou como resolver o pagamento desses fornecedores no exterior.
A apresentação foi conduzida por Lucas Lucero, da Paximum, e por Rafael Sola, CEO da Blimboo. Ou seja, em um só fluxo, o encontro conectou o acesso a tarifas hoteleiras globais com uma estratégia financeira eficiente.
Não conseguiu acompanhar ao vivo? Então veja abaixo os principais pontos do encontro.
O que é a Paximum
A Paximum é uma consolidadora e broker hoteleiro. Ela faz parte do Sams Group, grupo de tecnologia sediado em Antália, na Turquia. Globalmente, a empresa também atua com consolidação aérea, circuitos e serviços. No Brasil, porém, o foco atual está na hotelaria.
Um dos grandes diferenciais é a amplitude de conexões. A Paximum está integrada aos principais canais usados por operadoras no Brasil. Entre eles estão Infoterra, Genius, Travel Gate, Travel Compositor, Juniper, Cangooroo e Booking Motors.
Além disso, a empresa conta com mais de 7.500 acordos hoteleiros diretos e mais de 150 conexões globais com DMCs. Na prática, isso significa acesso a um inventário enorme de hospedagem. Inclusive, há um segmento de hotéis de luxo em crescimento, tanto para lazer quanto para o corporativo.
Tecnologia com atendimento humano
A Paximum se apoia fortemente em tecnologia. Ainda assim, investe em atendimento humano no Brasil. Por isso, mantém escritórios no Rio de Janeiro e em São Paulo, com suporte em português.
A operação também é reforçada pela estrutura na Argentina, o maior escritório da América Latina. Somam-se a ela os DMCs próprios na República Dominicana e na Colômbia. Dessa forma, a empresa garante apoio para demandas específicas, como grupos grandes e pedidos especiais. Por fim, o suporte funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana, com manuais em português.
A plataforma B2B da Paximum
Algumas operadoras de médio porte não têm contratos com os grandes agregadores. Para elas, a Paximum oferece sua API e plataforma B2B próprias. Por meio dela, é possível cotar e vender hotéis, aéreo e aluguel de carros. Em breve, também haverá circuitos e atividades.
O sistema B2B atende tanto quem consome via conexão XML quanto quem prefere usar a plataforma diretamente. Assim, a operadora pode reduzir custos, pois evita taxas extras de conexão.
Outro ponto importante é a política de preços. A Paximum trabalha exclusivamente com tarifas netas. Ou seja, cada operadora aplica o próprio markup conforme sua realidade financeira. Além disso, a plataforma é white-label: a agência sobe seu logotipo e a marca Paximum fica invisível para o cliente final. Por fim, o sistema facilita a gestão financeira, com download de faturas e proforma invoices direto do site.
Onde a Blimboo entra
Ter acesso a tarifas netas competitivas resolve metade da equação. A outra metade é pagar os fornecedores no exterior. Afinal, esse é um dos maiores gargalos de quem vende turismo internacional a partir do Brasil. Foi exatamente esse ponto que Rafael Sola demonstrou ao vivo.
Com a Blimboo, a operadora compra dólar. Em seguida, pela aba “Fornecedores”, paga as faturas da Paximum usando saldo em reais. Além disso, pode antecipar pagamentos quando o câmbio está favorável.
Do outro lado, os links de pagamento permitem cobrar o cliente final já com o markup aplicado. Enquanto isso, a carteira em dólares ajuda a travar o câmbio da venda. Portanto, o valor fica garantido para pagar o fornecedor lá na frente.
Juntas, as duas soluções formam uma operação ponta a ponta. A Paximum entrega o produto hoteleiro com tarifa neta. A Blimboo, por sua vez, garante o pagamento internacional de forma simples, previsível e no câmbio certo.
Destaques do encontro
- +7.500 acordos hoteleiros diretos e mais de 150 conexões globais. Ademais, a reconfirmação de reservas é feita pela equipe da Paximum antes do check-in.
- Tarifas 100% netas e plataforma white-label. Assim, a agência define seu markup e preserva sua marca.
- Estratégia financeira como diferencial competitivo. Com tarifas netas e as ferramentas da Blimboo, operadoras de qualquer porte competem com os grandes players.
“Com uma boa estratégia financeira, você termina fechando a venda.” — Lucas Lucero, Paximum
Assista à gravação completa
Participe do próximo Demo Day
O Blimboo Demo Day acontece toda quarta-feira. Nele, operadoras e parceiros mostram como a integração com a Blimboo facilita o dia a dia de quem trabalha com turismo.
O próximo encontro será na quarta-feira (12/08), às 14h (horário de Brasília). Dessa vez, teremos um Demo Day de treinamento sobre Carteira e Fornecedores com a equipe Blimboo. Ou seja, você vai ver na prática como usar essas ferramentas no dia a dia.
Portanto, garanta sua presença ao vivo pelo Google Meet: meet.google.com/tas-zqwx-pgp.
Pagamentos internacionais para o turismo, sem complicação
Pagamentos internacionais para o turismo, sem complicação
Nesta semana, o Demo Day da Blimboo foi diferente. Em vez de receber um parceiro externo, a própria equipe assumiu a apresentação. O objetivo era mostrar, na prática, as novas atualizações dos módulos de Carteira e Fornecedores. Afinal, essa dupla é a base que torna os pagamentos internacionais para o turismo mais simples, seguros e autônomos.
O tema não poderia ser mais oportuno. Afinal, um estudo recente da Mastercard aponta um dado forte. Segundo ele, 70% das pessoas que fazem remessas internacionais enfrentam dificuldades operacionais. Para agências e operadoras, essas dificuldades muitas vezes viram margens menores. Além disso, muita gente deixa de operar certos destinos por causa da complexidade. Portanto, foi exatamente essa fricção que as novidades vieram atacar.
O ciclo de pagamento multimoeda
Primeiro, vale entender o todo. A Blimboo é uma infraestrutura de pagamentos globais. Além disso, ela atua em três frentes que se conectam em um único ciclo. Em primeiro lugar, os links de pagamento recebem dos clientes finais em reais, via Pix, cartão ou boleto. Em seguida, a proteção cambial evita a exposição às variações do dólar até a hora de pagar. Por fim, as remessas internacionais quitam os fornecedores no exterior. Ou seja, quanto melhor o ciclo roda, menos trabalho manual e mais clareza nos números.
Proteção cambial automática
A primeira novidade está dentro do link de pagamento. Trata-se de uma seção de proteção cambial que funciona como um gatilho. Assim, a cada venda, o sistema dispara uma operação de câmbio automática. Além disso, você a configura como percentual do valor ou como valor fixo. Dessa forma, a margem fica blindada contra a volatilidade. Vale lembrar que o câmbio pode variar mais de 1% de um dia para o outro. Portanto, proteger a dívida em dólar deixa de ser tarefa manual. Agora, isso acontece sozinho, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Carteira multimoeda
Em seguida, o valor protegido cai na carteira multimoeda. Ela também aceita saldo em reais via Pix, de forma manual. A partir do saldo em BRL, você compra e vende dólar digital na própria plataforma. Além disso, a cotação, as taxas e o histórico ficam transparentes. Portanto, essa ponte digital abre um caminho mais rápido e econômico. Ainda assim, o Swift tradicional continua disponível quando for a melhor rota.
O novo módulo de Fornecedores
O ponto alto foi a repaginação do módulo de Fornecedores. Agora, o cadastro pede apenas o mínimo necessário. Na prática, isso significa razão social e o documento de identificação (tax ID) de cada país. Além disso, os campos se adaptam ao destino. Por exemplo, um fornecedor na Europa, dentro da zona SEPA, pede IBAN e BIC. Já um pagamento nos Estados Unidos pede account number e routing number. Nesse caso, você escolhe entre ACH, mais econômico, ou wire, mais rápido. O sistema também mostra os corredores disponíveis para cada país. Inclusive, há rotas locais que costumam custar menos. Em alguns casos, elas hoje não têm IOF. Como resultado, sobra menos espaço para erro, atraso e imprevisto.
Três status para operar com segurança
Depois do cadastro, cada fornecedor passa por três status. Primeiro, vem o cadastrado, com os dados preenchidos. Em seguida, o habilitado, após a análise da Blimboo, quando já dá para pagar. Por fim, o verificado, após o primeiro pagamento bem-sucedido. Assim, você constrói uma base confiável e reutilizável. Dessa forma, os pagamentos recorrentes ficam cada vez mais rápidos.
O que vem por aí
Juntos, Carteira e Fornecedores preparam o terreno para a grande atualização do módulo de Remessas. Em breve, uma solicitação de pagamento vira execução direta. Ou seja, haverá menos passos manuais entre o clique e a chegada do dinheiro. No mapa de expansão, a Argentina é um dos próximos destinos com rail local. Além dela, já há rotas locais para Colômbia, México, Estados Unidos e países da Europa. Enquanto isso, destinos como o Chile seguem via Swift. De todo modo, a Blimboo paga qualquer lugar do mundo.
Assista e venha conversar
Por fim, a gravação completa está no nosso canal do YouTube.
Além disso, a Blimboo estará com estande no Traveltech Hub Day. O evento é promovido pela PANROTAS, em São Paulo, no dia 24 de agosto. Portanto, se quiser conversar sobre a sua operação, nos vemos por lá.
Por causa desse compromisso, na próxima semana não haverá Demo Day. Enquanto isso, estaremos no evento da PANROTAS, em São Paulo. Em breve, enviamos novidades sobre as próximas edições. 🚀
Quer simplificar seus pagamentos internacionais? Converse com o nosso time e preencha o formulário — a gente mostra o melhor caminho para a sua operação.
Demo Day | Viagens em grupo pela Europa com a Producto Propio
Demo Day | Viagens em grupo pela Europa com a Producto Propio
Para uma agência de viagens brasileira, montar um roteiro internacional esbarra quase sempre no mesmo ponto: encontrar um parceiro de confiança no destino. Afinal, como oferecer viagens em grupo pela Europa sob medida, com qualidade garantida e sem se preocupar com o pagamento ao fornecedor lá fora? No último Blimboo Demo Day, buscamos essa resposta. Para isso, recebemos a Producto Propio, uma DMC sediada na Espanha. Assim, mostramos na prática como estruturar grupos pela Europa — e agora também pela China.
Quem é a Producto Propio?
Alicante, ao lado do diretor José Manuel. Em resumo, é uma DMC (Destination Management Company) com quase 30 anos de experiência na Europa. Além disso, atua há quase 20 anos na América Latina e retoma agora uma presença mais forte no Brasil.
O foco da empresa é claro: trabalhar exclusivamente com grupos, geralmente a partir de 14 a 15 pessoas. Para sustentar esse modelo, ela faz a gestão completa da viagem. Ou seja, cuida de tudo desde a chegada ao aeroporto até a despedida — guias acompanhantes, hospedagem, alimentação, contratação de serviços e ingressos para museus e atrações.
Os diferenciais apresentados no Demo Day
Durante o episódio, a equipe detalhou o que torna a Producto Propio uma extensão de confiança para a agência brasileira:
- Contratação direta de serviços e guias, sem intermediários. Como resultado, o orçamento fica mais competitivo para o cliente final
- Assistência 24 horas feita pela própria equipe interna. Portanto, não há call center: o suporte é rápido e direto
- Guias que falam português, com treinamento e um padrão mínimo de qualidade garantido
- Roteiros ajustados ao orçamento de cada grupo, sem pacotes engessados
Além disso, a empresa é especializada em linhas de roteiro variadas. Entre elas estão o turismo religioso (como o Caminho de Santiago), as viagens temáticas (a exemplo de locações de Harry Potter e Outlander), os eventos esportivos, as viagens de incentivo, as rotas enogastronômicas e o slow travel.
A novidade: viagens em grupo pela China
A Producto Propio levou seu modelo de DMC para a China. Assim, mantém o mesmo padrão de qualidade e a contratação direta com fornecedores locais. A diferença está no formato. Nesse destino, a operação foca em grupos menores, de até 18 pessoas. Além disso, oferece saídas garantidas — datas específicas nas quais diferentes viajantes podem formar um grupo.
Como a Blimboo entra: pagar a DMC em euros na prática
Rafael Sola, diretor comercial da Blimboo, explicou o papel da plataforma. Em primeiro lugar, a Blimboo é uma solução de pagamentos multimoeda focada no turismo. Além disso, resolve a coleta com câmbio correto, via Pix, boleto e cartão. Também cuida da proteção cambial e dos pagamentos entre países.
No Demo Day, apresentamos a nova aba de fornecedores. Com ela, a Producto Propio já entra pré-cadastrada e com conta verificada. Dessa forma, a agência paga sem montar remessa do zero, sem inserir dados bancários e sem taxas inesperadas. Como o pagamento usa métodos locais — IBAN instantâneo na Europa, ACH nos Estados Unidos, entre outros —, o valor chega correto ao fornecedor. Assim, o risco de erro cai e a operação flui.
Como resumiu a participante Daly Córdova, Daly´s Tour Viagens Turismo e Eventos, num setor em que a confiança é tudo, trabalhar com parceiros sólidos é o que protege o sonho dos passageiros.
Por fim, saber como funciona na prática, assista à gravação completa do nosso Demo Day com a Africando e entenda em detalhes como estruturar essas vendas na sua agência:
Próximos Demo Days
O Blimboo Demo Day acontece toda quarta-feira, às 9h30 (horário de Brasília). Além disso, cada edição traz um convidado diferente. Portanto, fique de olho na agenda e participe ao vivo. Ou assista aos episódios na nossa playlist do YouTube.
Quer ampliar o portfólio da sua agência com viagens em grupo pela Europa? Então descubra como vender esses roteiros e pagar a DMC em euros com segurança. Para começar, conheça a Blimboo. Preencha o formulário abaixo:
Como operadoras de turismo podem pagar fornecedores internacionais com menos taxas
Como operadoras de turismo podem pagar fornecedores internacionais com menos taxas
Operadoras e agências de turismo que trabalham com destinos internacionais precisam lidar com um desafio comum: pagar fornecedores no exterior com eficiência e previsibilidade de custos.
Tendo em vista que hotéis, receptivos, parques, DMCs e empresas de transporte frequentemente estão localizados fora do Brasil, o que exige remessas internacionais para concluir reservas e operações. Entretanto, o problema é que muitas empresas ainda utilizam apenas o sistema bancário tradicional — que costuma trazer taxas elevadas, burocracia e pouca previsibilidade cambial.
Por que pagamentos internacionais podem ser caros para operadoras de turismo?
Porque empresas brasileiras utilizam transferências internacionais via sistema bancário tradicional, que opera por meio da rede da SWIFT. Ou seja, nesse modelo, a transferência passa por bancos intermediários até chegar ao destino final. Isso pode gerar: taxas de envio elevadas, spread cambial significativo, cobranças intermediárias inesperadas e prazos de liquidação de até vários dias úteis
Para agências e operadoras de turismo, isso pode impactar diretamente a margem de lucro dos pacotes internacionais.
O que diz a legislação brasileira sobre remessas internacionais
Realizar pagamentos ao exterior é uma prática legal para empresas brasileiras, desde que a operação esteja vinculada a uma atividade econômica legítima.
O mercado de câmbio no Brasil é regulamentado pelo Banco Central do Brasil e segue as diretrizes do marco regulatório estabelecido pela Lei nº 14.286/2021.
Essa legislação modernizou as regras cambiais e facilitou operações internacionais para empresas.
Case Africando: como agências brasileiras estão vendendo destinos africanos com segurança cambial
Case Africando: como agências de turismo brasileiras estão vendendo destinos africanos com segurança cambial
Agências de turismo brasileiras estão vendendo destinos africanos, roteiros de aventura e experiências em safáris na África de forma mais simples, graças à parceria entre a Africando e a Blimboo. A Africando, DMC especializada em destinos africanos com guias em português, e a Blimboo. Neste case, você vai entender como funciona essa operação na prática e por que ela representa uma oportunidade real para agências que querem diversificar seu portfólio.
Um mercado cheio de potencial, mas com barreiras reais
A África sempre foi um destino de sonho para viajantes brasileiros. Mas historicamente, operar esses roteiros era complicado para agências nacionais: transferências bancárias internacionais, câmbio imprevisível, barreiras de idioma e dificuldade de encontrar parceiros que entendessem o perfil do turista brasileiro.
Foi para resolver exatamente esse problema que a Africando foi criada.
Quem é a Africando?
A Africando é uma DMC (Destination Management Company) especializada em destinos africanos, com base operacional na África do Sul e presença em Uganda. Fundada por um profissional com longa trajetória como guia de safaris — e uma paixão declarada pelo continente africano —, a empresa nasceu após o impacto da pandemia de COVID-19 com um propósito claro: atender o mercado de língua portuguesa com excelência.
A operação cobre países como Uganda, Ruanda, Tanzânia, Quênia, África do Sul, Namíbia, Botsuana, Zâmbia, Zimbábue, São Tomé e Príncipe, Madagascar e Socotra — com guias que falam português, um diferencial competitivo fundamental para o público brasileiro, português e moçambicano.
Como receber de clientes brasileiros?
Antes da parceria com a Blimboo, o processo de pagamento era um gargalo. Pois as agências brasileiras precisavam realizar transferências bancárias internacionais em moeda estrangeira. E isto tornava o processo burocrático, caro e pouco familiar para a maioria dos clientes.
Com a integração à plataforma da Blimboo, esse fluxo mudou completamente. Visto que o processo ficou mais simples e eficiente:
- A agência acessa o portfólio de viagens predefinidas da Africando diretamente pelo site
- Ao fechar uma reserva, a Africando oferece 15% de comissão para as agências parceiras
- O pagamento é feito com um sinal de 30% do valor total, com os 70% restantes quitados até 45 dias antes do início da viagem
- As agências brasileiras utilizam a Blimboo para processar os pagamentos via boleto, Pix ou cartão de crédito com parcelamento, em reais
- A Blimboo realiza a conversão cambial e o repasse para Portugal, de onde os valores chegam à Africando
Para viagens em grupos abertos ou roteiros privados, o processo segue o mesmo fluxo. Entretanto, roteiros totalmente personalizados podem incluir uma taxa de consultoria.
Ao fechar cada reserva, a Africando também fornece um material de apoio com fotos e vídeos, facilitando a divulgação pelos parceiros.
Nova atualização da Blimboo: proteção cambial automática
Durante o Demo Day, Rafael Sola, da Blimboo, apresentou uma funcionalidade nova da plataforma que chamou atenção dos participantes: a proteção cambial automática em links de pagamento de múltiplas moedas.
O problema que ela resolve é real: em janelas de pagamento de 90 dias. Uma vez que dados analisados pela Blimboo mostram que o câmbio variou mais de 5% em 25% dos casos. Logo, para uma agência que trabalha com margens apertadas, essa oscilação pode transformar um negócio lucrativo em prejuízo.
Com a proteção cambial, ao receber valores em reais de clientes brasileiros, a plataforma pode realizar uma compra imediata de dólares ou euros, eliminando a exposição cambial do parceiro. Assim, a comissão fica protegida desde o momento do fechamento.
Tentar negociar hospedagem e traslado separadamente, sem o apoio de uma DMC e de uma ferramenta de pagamento integrada, pode gerar perdas consideráveis com taxas bancárias e oscilações cambiais fragmentadas.
Pedro Quirino representante Africando
Um modelo de operação mais simples, seguro e rentável
A parceria entre Africando e Blimboo mostra como é possível conectar agências de turismo brasileiras a destinos africanos com eficiência operacional e segurança financeira. O que antes exigia transferências bancárias complexas e exposição ao câmbio hoje se resume a um link de pagamento em reais. Além de possibilitar a rentabilidade da agência protegida do primeiro ao último dia.
Para agências que querem diversificar seu portfólio vendendo destinos africanos e oferecer uma experiência diferenciada aos seus clientes, essa é uma porta de entrada concreta.
Por fim, saber como funciona na prática, assista à gravação completa do nosso Demo Day com a Africando e entenda em detalhes como estruturar essas vendas na sua agência:
Ou entre em contato com a equipe da Blimboo para conhecer a plataforma, para isto preencha o formulário abaixo:
Lembrando que a Demo Day da Blimboo acontecerá toda quarta-feira, das 9h30 às 10h. Acompanhe os próximos encontros e fique por dentro das melhores oportunidades do mercado.
3 formas práticas de proteger sua margem cambial no turismo antes do embarque
3 formas de proteger sua margem cambial no turismo antes do embarque
Proteger a margem cambial no turismo não é uma questão de prever para onde o dólar vai. É uma questão de não depender dessa previsão para manter a rentabilidade da sua operação.
Nos artigos anteriores: “Exposição cambial: o que é e como proteger sua margem” e “Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor”, mostramos como a exposição cambial corrói a margem silenciosamente. Além de calcularmos o impacto real para uma operadora brasileira e um DMC internacional.
Neste artigo, saímos do diagnóstico e entramos na prática: três formas concretas de proteger sua margem antes do embarque, do mais simples ao mais estruturado.
Por que “antes do embarque” é o momento certo?
O erro mais comum no turismo é tentar proteger o câmbio no momento do pagamento ao fornecedor — quando já é tarde. Nesse ponto, o câmbio já se moveu, o custo já subiu e a margem já foi consumida.
A proteção cambial eficaz acontece no momento da venda. Assim, o preço ainda pode ser calibrado, o custo travado e a operação pode ser estruturada para absorver a variação sem prejudicar o resultado.
Forma 1 — Precificação com banda de proteção cambial
Em vez de precificar utilizando o câmbio exato do dia, a agência pode adicionar uma margem de segurança cambial ao preço de venda. Dessa forma, cria uma banda de proteção capaz de absorver variações moderadas da moeda sem comprometer sua competitividade.
Ou seja, se o câmbio está em R$ 5,00 e faltam 90 dias para o embarque, os dados históricos indicam que, em 59% dos casos, a cotação sobe mais de 5% nesse período. Por isso, ao precificar com um câmbio de R$ 5,25 — equivalente a uma banda de proteção de 5% — a empresa já se resguarda contra o cenário historicamente mais provável.
Muitas operadoras que ainda não utilizam instrumentos de proteção cambial adotam essa estratégia como uma solução simples e imediata. Embora não elimine completamente o risco, essa abordagem reduz a exposição às oscilações do câmbio, além de ajuda a preservar a rentabilidade das vendas.
Entretanto é necessário atenção, pois se o câmbio subir mais do que a banda, como aconteceu em 2020 (+47%) e 2024 (+26%), a proteção não é suficiente.
Forma 2 — Antecipação do pagamento ao fornecedor
Em vez de você pagar o fornecedor internacional na data do embarque, você antecipa o pagamento assim que a venda é fechada.
Por exemplo, ao vender o pacote em janeiro com câmbio R$ 5,00. Você paga o valor do fornecedor no mesmo mês, e não no mês de abril. Assim, com o câmbio está travado, independente do que acontecer nos próximos 90 dias, você estará protegido.
Embora, isto pode funcionar bem para operadoras com liquidez disponível ou acesso a antecipação de recebíveis. Mas exige que o fornecedor aceite pagamento antecipado, uma prática comum em contratos de longo prazo com hotéis e DMCs parceiros.
Porém, isto pode comprometer o capital de giro antes do recebimento das parcelas do cliente. E, consequentemente, pode gerar pressão de caixa se o volume de vendas for alto.
Forma 3 — Proteção via stablecoin no momento da venda
No momento em que você fecha a venda, converta o valor equivalente ao custo do fornecedor para stablecoin (USDC ou EURC) — moedas digitais indexadas ao dólar ou ao euro. Ou seja, mantêm o valor independente da variação do câmbio BRL.
Na prática, funciona assim: você vende um pacote em janeiro com câmbio R$ 5,00 e custo do fornecedor de USD 2.100. Imediatamente após a venda, você converte R$ 10.395 para USDC. Assim, em abril, quando o embarque acontece, você usa o USDC para liquidar o fornecedor — ao câmbio de janeiro, não ao câmbio de abril.
Deste modo, se o dólar subiu para R$ 5,75 nesse intervalo, você economizou R$ 1.575 por pacote. Com 100 pacotes, você preservou R$ 157.500 de margem — sem mudar nada na operação.
Esse é o modelo mais recomendado para operadoras que querem proteção total sem complexidade. Pois, você opera de forma totalmente digital, com spread fixo de 0,4% (Blimboo) e liquidação em D+1
Comparativo das três formas
| Forma 1 Banda de preço | Forma 2 Antecipação | Forma 3 Stablecoin | |
|---|---|---|---|
| Proteção oferecida | Parcial | Total | Total |
| Impacto no capital de giro | Nenhum | Alto | Baixo |
| Complexidade | Baixa | Média | Baixa |
| Custo | Nenhum | Custo de capital | Spread de 0,4% |
| Melhor para | Início imediato | Operadoras com liquidez | Todos os públicos, sobretudo, operadoras com volume |
Na Blimboo, tudo acontece em uma única plataforma.
Basta seguir os três passos abaixo:
1. Abertura de conta: você mesmo abre sua conta para vendas na Blimboo, ou nossa equipe faz isso junto com você.
2. Envio de documentação e KYC/AML: após enviar a documentação específica e concluir o processo de KYC/AML, sua conta já está ativa e pronta para operar.
3. Operações via stablecoin: deste modo, você converte, protege e liquida fornecedores internacionais direto da plataforma.
O custo de não se proteger é mensurável.
O custo de protegê-la também.
A diferença é simples: quem se protege escolhe quanto pagar.
Quem não se protege descobre o preço depois.
Proteger a margem cambial no turismo não exige ser especialista em finanças. Entretanto exige reconhecer que o câmbio é uma variável do negócio — e que existem formas simples e acessíveis de gerenciá-la.
A Blimboo foi cria para isto. Assim, você opera com previsibilidade e protege sua margem no momento da venda. Preencha o formulário e fale com um especialista para descobrir como tornar sua operação mais prática e lucrativa.
Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor
Impacto cambial no turismo: os riscos da variação cambial no setor
O impacto cambial no turismo raramente aparece como uma linha de custo clara no fechamento do mês. Em vez disso, ele se esconde no resultado final — como uma margem que não fecha, uma venda que parecia lucrativa e não foi, ou um trimestre abaixo do planejado sem causa óbvia.
Para tornar esse risco concreto e mensurável, apresentaremos dois cenários reais em paralelo: uma operadora brasileira que vende pacotes internacionais parcelados em BRL, e um DMC internacional que recebe de clientes brasileiros. Em ambos os casos, o câmbio se move durante o ciclo da operação e o impacto é calculado em números precisos.
Os dois perfis e o problema em comum
Apesar dos contextos diferentes, operadoras brasileiras e DMCs internacionais enfrentam o mesmo problema estrutural: um descasamento de moeda entre o momento da venda e o momento do pagamento ou recebimento.
| Operadora Brasileira | DMC Internacional | |
|---|---|---|
| Recebe em | BRL (parcelado) | BRL (parcelado) |
| Paga / converte em | USD ou EUR | USD ou EUR |
| Quando o câmbio sobe | Custo do fornecedor aumenta | Valor convertido cai |
| Quem absorve a diferença | A margem da operadora | A margem do DMC |
| Solução | Travar câmbio na venda | Receber BRL, liquidar em moeda forte em D+1 |
A direção do risco é inversa, a operadora perde quando o dólar sobe, o DMC perde quando o real cai, mas o mecanismo é idêntico.
A operação de cada perfil
Antes de analisar o impacto, é importante entender as condições de partida de cada cenário.
| Parâmetro | Operadora Brasileira | DMC Internacional |
|---|---|---|
| Produto | 100 pacotes internacionais (Europa) | 20 grupos de clientes brasileiros |
| Custo / valor por unidade | USD 3.500 por pacote | EUR 4.000 por grupo |
| Câmbio de referência na venda | R$ 5,00 (USD/BRL) | R$ 5,50 (EUR/BRL) |
| Valor cobrado em BRL | R$ 8.750 por pacote | R$ 22.000 por grupo |
| Forma de recebimento | Parcelado pelo cliente | Parcelado pelo cliente |
| Prazo até pagamento / conversão | 7 meses | 6 meses |
| Margem / receita planejada | R$ 175.000 (20%) | EUR 80.000 |
| Câmbio no pagamento | R$ 5,75 (+15%) | R$ 6,16 (+12%) |
| Margem realizada | –R$ 87.500 (prejuízo) | EUR 71.429 (–10,7%) |
A operadora planejou R$ 175.000 de margem e realizou prejuízo de R$ 87.500. O DMC esperava EUR 80.000 e recebeu EUR 71.429 — perdeu EUR 8.571 sem que nada na operação tenha mudado.
E por que isso não aparece nos relatórios?
O prejuízo não chega rotulado como “perda cambial”. Pois, para a operadora brasileira, ele aparece como “custo de fornecedor acima do orçado”. E para o DMC, como “receita abaixo do previsto na conversão”. Em ambos os casos, a causa real — o câmbio — fica invisível até que a margem já tenha ido embora.
Para o DMC, o desafio é ainda mais complexo: por um lado, ele precisa aceitar BRL para competir no mercado brasileiro — o consumidor espera parcelamento em moeda local. Por outro, todos os seus custos operacionais estão em moeda estrangeira, normalmente em Euro ou Dólar. Sendo assim, cada real que recebe é uma aposta no câmbio futuro. Entretanto, para estruturar esse recebimento em BRL sem a Blimboo, ele precisaria abrir uma entidade jurídica no Brasil — o que representa custo, burocracia e tempo.
O que é possível fazer
A proteção cambial para esses dois perfis existe e é mais simples do que parece. Na Blimboo, o processo de abertura de conta é rápido e digital, sem a burocracia dos instrumentos financeiros tradicionais como NDFs ou TARFs.
Para a operadora brasileira: travar o câmbio no momento da venda, convertendo o valor do custo do fornecedor para stablecoin (USDC/EURC) imediatamente. Quando o embarque chega e o pagamento é necessário, o valor já está protegido — independente de onde o dólar estiver.
Para o DMC internacional: aceitar pagamentos em BRL via checkout white label (PIX, boleto, cartão parcelado em até 12x) sem abrir CNPJ no Brasil, com liquidação em USD ou EUR em D+1. O risco cambial fica do lado da infraestrutura — não da operação do DMC.
Por fim, o câmbio não é um risco abstrato. Embora sejam operações distintas, o mecanismo é o mesmo: tempo entre venda e pagamento, câmbio se movendo nesse intervalo, margem absorvendo a diferença. Mas a pergunta não é se isso vai acontecer com a sua operação. É quando, e se você vai estar protegido quando acontece.
A Blimboo é a infraestrutura financeira cambial para o turismo, uma vez que atendemos tanto operadoras brasileiras quanto DMCs e fornecedores internacionais que vendem para o mercado brasileiro. Quer saber mais? Preencha o formulário abaixo:
Exposição cambial: o que é e como proteger sua margem
Você precifica em reais, mas uma parte dos seus custos está em dólar. Esse desalinhamento silencioso tem nome — e pode estar destruindo sua rentabilidade sem que os relatórios mensais deixem claro o porquê.
Blimboo é destaque em inovação no turismo
Blimboo é destaque em reportagem ao apresentar inovação em pagamentos no turismo com uso de moedas digitais e expansão global.
Webinar | Desmistificando Remessas Internacionais no Turismo
Webinar | Desmistificando Remessas Internacionais no Turismo
As remessas internacionais no setor de turismo são parte essencial da operação de agências de viagens e operadoras que atuam com fornecedores no exterior. Afinal, pagamentos de hotéis, operadores locais e demais prestadores de serviços exigem não apenas envio de valores ao exterior, como também estrutura, segurança e previsibilidade financeira.
Deste modo, à medida que as vendas internacionais se tornam mais frequentes, também aumenta a necessidade de compreender como esses pagamentos devem ser realizados. No entanto, quando chega o momento de efetivar as remessas internacionais, surgem dúvidas recorrentes:
Quanto realmente custa uma remessa internacional?
Quais taxas estão envolvidas?
Como o câmbio impacta a margem da operação?
Existe uma forma mais estratégica de estruturar esses pagamentos?
Com o objetivo de esclarecer dúvidas recorrentes e contribuir para uma atuação mais estratégica no mercado, a Blimboo realizou o webinar “Desmistificando Remessas Internacionais para Agências e Operadoras de Turismo”. A iniciativa contou com a parceria da Tourhub e com o mapz.law, representado pelo advogado Erick Hitoshi – Especialista em legislação de remessas internacionais e compliance para agências.
Remessas internacionais no turismo: um tema estratégico
Com o crescimento das vendas de pacotes internacionais, é necessário compreender sobre o funcionamento dos pagamentos ao exterior. Uma vez que a variação cambial, custos operacionais, prazos de liquidação e conformidade regulatória impactam a margem e a competitividade das empresas. Desta forma, compreender essas variáveis deixou de ser apenas uma questão operacional, mas também uma decisão para o posicionamento no mercado internacional.
Pensando neste contexto, o webinar teve como pauta:
- A estrutura e funcionamento das remessas internacionais no setor de turismo;
- Principais custos envolvidos nas transações internacionais;
- Pontos de atenção na gestão cambial;
- Boas práticas para envio de valores ao exterior com maior previsibilidade;
- Estratégias para reduzir riscos operacionais em pagamentos internacionais.
Ou seja, foi desenvolvido um conteúdo com foco na realidade de empresas que realizam operações internacionais de forma recorrente e com mais eficiência.
Eficiência e segurança em pagamentos internacionais
A profissionalização das operações de remessa internacional no turismo é um diferencial competitivo. Pois, empresas que compreendem os fluxos, custos e responsabilidades envolvidas conseguem estruturar processos mais organizados, reduzir inconsistências e fortalecer sua atuação no mercado internacional.
Assim, se sua agência ou operadora busca mais eficiência, previsibilidade e segurança nas remessas internacionais, entre em contato com o time da Blimboo e conheça nossas soluções para pagamentos ao exterior.
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